“Resolvemos
instalar a frente tendo em vista que não há
investimentos adequados para a formação dos
profissionais de saúde do nosso país”,
afirmou Solange Almeida.
Uma
das preocupações da Frente é com a
alteração dos contratos dos hospitais universitários,
que são pagos com base na tabela do SUS para os municípios,
o que gera uma grande variedade de remunerações
nas instituições por todo o país, na
maioria das vezes abaixo do adequado para a prática
do ensino de qualidade.
A Frente
também deverá se reunir com o Ministério
do Planejamento para solicitar novos concursos públicos
para profissionais de saúde.